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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Prova para o 9º A

Dia 27 (próxima segunda-feira) avaliação de História. Capítulo 7, das paginas 132 a 141.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Lição de casa 9º Ano - Video "Getúlio Vargas"

1) O video fala que Getúlio era ao mesmo tempo modernizador e conservador. Explique essa afirmação.

Ele era modernizador no que se refere a economia e as leis trabalhistas e conservador na política

2) Logo após o golpe militar, o grande problema enfrentado por Getulio foram os tenentes? Porque?

Os tenentes tinham idéias próprias, liberais, e não concordavam com o caráter conservador do governo Vargas.

3) Como se deu a relação entre Getulio e a elite de São Paulo?

A relação foi conflituosa desde o início, pois a ascensão de Vargas se deu pelo rompimento da politica do café com leite (São Paulo - Minas)

4) O que foi a Revolução Constitucionalista de 1934?

5) Qual a relação de Vargas com a Alemanha Nazista?
Negociava com a Alemanha Nazista, por exemplo algodão, e nutria alguma admiração pelo regime de Hitler.

6) Que aspectos se modernizaram no Brasil durante o período de Getúlio Vargas? A Economia se modernizou com a instalação de industrias, fabricas...

7) Porque Vargas impediu o surgimento de um sindicalismo autônomo? Pois ele atrelou o sindicato ao Estado.

domingo, 12 de junho de 2011

A Era Vargas: O Governo provisório (1930 – 1934) - 9º Ano

O Contexto Histórico

Contestação das bases do poder oligárquico: movimento tenentista, coluna prestes...

Crise de 29: forte impacto sobre a produção de café

O fim da política do Café com Leite.
O presidente Washington Luis (São Paulo) rompeu com os mineiros, pois entendia que um paulista (Julio Prestes) poderia conduzir melhor o Brasil diante das sucessivas crises enfrentadas.

O governador de Minas Gerais (Antonio Carlos) faz então uma aliança com o Rio Grande do Sul e com a Paraíba, lançando o gaucho Getúlio Vargas a presidência e o paraibano João Pessoa par a Vice.

A fraude eleitoral e o voto de cabresto deram a vitória a Julio Prestes. Entretanto um crime passional (disputa de terras e mulheres) ocasionou a morte de João Pessoa. Esse crime foi capitalizando como sendo um crime político a mando de Washington Luis.

No dia 03 de outubro de 1930, nos estados da Paraíba, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, os tenentes tomaram as ruas, depuseram Washington Luis e o gaucho Getúlio Vargas assume o poder.

O Governo Provisório de Getúlio Vargas (1930 – 1934)

Apoiado pelos tenentes, Getulio Vargas anula a Constituição de 1891 e passa a concentrar todos os poderes (executivo – legislativo e judiciário) em suas mãos.

Promulga também o novo código eleitoral, o voto secreto é estipulado, as mulheres poderiam pela primeira vez votar e foi criada a Justiça Eleitoral. A eleição foi marcada para o ano de 1933.

A Revolução Constitucionalista de 1932

São Paulo que desde o inicio não tinha aceitado o golpe de Vargas, vai as ruas exigir uma nova constituição (a outra tinha sido anulada por Vargas) e o fim do governo provisório.

O Levante durou três meses, os paulistas se renderam, mas Vargas convocou uma nova Assembléia Constituinte. A eleição se processa com a eleição da primeira mulher a médica paulista Carlota Queiroz

A constituição de 1934

Em 1934 é promulgada uma nova Constituição que determina que o presidente Getúlio Vargas deva governar provisoriamente até o ano de 1934, quando eleições diretas escolheriam o novo presidente.

A Nova constituição também estabelecia alguns ganhos para o trabalhador como a jornada de trabalho de 8 horas, hora extra, carteira de trabalho, 13% salário e regulação dos trabalhos da mulher e menores.

Tais conquistas foram fruto, sobretudo das pressões dos movimentos operários que agiam com força na primeira metade do século XX e também como uma tentativa do Getúlio Vargas de impedir que houvesse uma revolução operária e comunista no Brasil.

Para promover o controle sobre os trabalhadores, Vargas, atrelou os sindicatos ao governo, dando recursos estatais para eles e a possibilidade de indicar um membro para compor o Congresso Nacional.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O Menino do Pijama Listrado - 9º Ano



Tema Histórico: Segunda Guerra Mundial, campos de concentração nazista

Sobre o livro
O comovente livro “O Menino do Pijama Listrado“, de John Boyne traduz de forma original os horrores da Segunda Guerra Mundial no interior da própria Alemanha. É através do olhar inocente de uma criança que nada sabe sobre confrontos bélicos e ideologias nazistas que esta história é revelada.

Bruno é um garoto de apenas nove anos que ignora sua realidade; tudo que ele sabe sobre sua repentina partida de Berlim, cidade na qual levava uma vida aconchegante, e sua nova existência próxima a uma cerca que o separa de um universo distinto, é que esta mudança está ligada ao trabalho de seu pai.

Na verdade, o progenitor de Bruno é um oficial alemão nazista de alta hierarquia, subordinado imediatamente a Hitler ; sob novas ordens, ele se transfere, junto com os familiares, para uma casa localizada nas vizinhanças do campo de concentração de Auschwitz .

Como quase todas as crianças, o menino logo se acostuma com as novidades e, mesmo não compreendendo porque as pessoas do outro lado do muro vestem sempre um estranho pijama listrado, em pouco tempo trava uma pungente e sincera amizade com outro garoto, o qual habita a margem oposta da cerca e também traja este inusitado uniforme. Estes laços estabelecidos entre ambos transformam definitivamente suas existências.

O desenrolar da tragédia protagonizada pelos nazistas na Alemanha ganha uma carga dramática ainda mais intensa ao ser narrada do ângulo de uma criança de nove anos, porém este olhar puro sempre busca uma justificativa para os atos bárbaros que ocorrem no campo, o que, infelizmente, atenua a crueldade dos seguidores de Hitler e suas consequências.

O leitor não deve, portanto, imaginar que o enredo está centrado essencialmente no extermínio dos judeus e outros grupos minoritários, pois o autor prefere focar sua atenção particularmente na trajetória de Bruno e de sua família, mantendo o Holocausto como pano de fundo. Alguns personagens são apresentados vagamente, como se fossem apenas figurantes em volta do protagonista da trama.

Bruno está completamente sozinho quando conhece Shmuel, uma criança judia que tem a mesma idade, mais ainda, nasceu exatamente no mesmo dia que o novo amigo. Embora os meninos habitem mundos totalmente diferentes, a amizade entre eles se desenvolve espontaneamente, e certamente é o elemento mais importante da obra do irlandês Boyle.

Enquanto Bruno cresce saudável e inexplicavelmente alheio à realidade que o cerca, Shmuel perde cada vez mais peso e sua face ganha gradualmente uma coloração acinzentada. Apesar dos deslizes do escritor, a leitura vale a pena; chegou mesmo a inspirar uma versão cinematográfica, dirigida por Mark Herman. E o final é, sem dúvida, surpreendente.

Fonte: http://www.infoescola.com/livros/o-menino-do-pijama-listrado/

Resenha: “O Menino do Pijama Listrado”, John Boyne
Postado por Cristian Luis Hruschka | Postado em Sem categoria | Postado dia 24-08-2008 31UMA FÁBULA DE GUERRA
O MENINO DO PIJAMA LISTRADO, John Boyne, São Paulo: Companhia das Letras, 2008, 186 pág.

Escrito pelo irlandês John Boyne e traduzido para o português por Augusto Pacheco Calil, O menino do pijama listrado conta a história de Bruno, filho de um graduado oficial alemão que durante a segunda guerra mundial sai com a família do conforto de seu lar em Berlim para viver próximo a um campo de concentração.

Durante toda a narrativa o jovem, de apenas nove anos, desconhece os horrores da guerra tampouco sabendo quem são aquelas pessoas que vê da janela de sua casa e que estão do outro lado da cerca, todos de pijamas listrados.

Sem amigos e desgostoso com o novo lar, Bruno parte para explorar o local e inicia uma amizade com Shmuel, um menino da mesma idade, nascido no mesmo dia, porém judeu. Envoltos por realidades bem distintas, Bruno é pura inocência, tendo no pai um exemplo de disciplina e respeito. Já seu amigo de pijama não pode dizer o mesmo, estando a cada dia visivelmente mais magro e “cinza”.

A amizade, porém, ocupa os dias de Bruno e durante os encontros na cerca, cada um do seu lado, eles esquecem de seus problemas e insatisfações. É uma amizade sincera, sem interesses, despreocupada.

Trata-se de verdadeira fábula, onde são mitigadas as mazelas e a crueldade da grande guerra. No entanto, a sutileza nos detalhes e a inteligência do texto, escrito de forma simples e descompromissada, tornam o livro agradável.

Mesmo que se trate de ficção artificiosa, não consigo compreender como Bruno possa desconhecer por completo quem são aquelas pessoas. Seu pai, na condição de oficial militar, deveria tê-lo introduzido no assunto. No entanto, ao contrário disso, todas as pessoas que cercam o rapaz o mantém absorto, como se a guerra não existisse. A única mais realista é Gretel, sua irmã mais velha, mas como ele mesmo a chama, um “Caso Perdido”.

Há, ainda, a questão da Juventude Hitlerista, onde os jovens de dez anos deveriam se alistar e iniciar sua doutrinação. Tudo bem que Bruno só tinha um ano a menos, mas essa alienação não pode ser admitida a um filho de militar graduado.

Ressalvado esse comentário, o livro é de leitura rápida e prazerosa, sendo o final surpreendente onde os nazi podem provar do próprio veneno.

Fonte: http://resenhasliterarias.blog.terra.com.br/2008/08/24/resenha-o-menino-do-pijama-listrado-john-boyne/

Opinião: 'O menino do pijama listrado' mostra a guerra pelos olhos da criança
Filme chega aos cinemas brasileiros nesta sexta-feira (12).
Longa-metragem conta história de filho de oficial alemão.

Ronaldo Pelli
Do G1, no Rio
Tamanho da letra
A- A+ O velho truque de mostrar um episódio trágico da História pelos olhos de uma criança fofa. É nessa fórmula, já utilizada por outros filmes como “A vida é bela”, que se sustenta “O menino do pijama listrado”, do diretor Mark Herman, que estréia nesta sexta-feira (12) nos cinemas.



Confira todas as estréias

Sem rostos conhecidos, com a exceção de Vera Farmiga, que fez “Os infiltrados”, “O menino...” mostra como Bruno (Asa Butterfield), um garoto de 8 anos, filho de um alto oficial alemão designado para controlar um campo de concentração, enxerga a Segunda Guerra Mundial e os seus componentes: a discriminação contra judeus, a prepotência nazista, o embrutecimento do homem.

Como qualquer criança da sua idade, Bruno é inocente. Pensa que os prisioneiros do campo são fazendeiros e acredita que eles usam o uniforme numerado porque participam de uma brincadeira. Na falta de outras crianças, já que está morando no meio do nada, Bruno tenta se tornar amigo de um menino da sua idade, que fica dentro da “fazenda”, tem a cabeça raspada e usa o pijama listrado.

Bruno não esconde que acha estranho o nome do novo amigo (Shmuel) e não entende por que ele está sempre com fome. Também como um menino comum, Bruno se defende atacando o mais fraco quando é encostado na parede. E esse é o maior trunfo da história: mostra garotos agindo como garotos. Ninguém é mais esperto nem mais corajoso que o normal para a idade.



Guerra dentro de casa

Outro dos recursos utilizados pelo filme é trazer o macrocosmo – a guerra – para o microcosmo – a família. De um lado ficam a mãe impotente, o filho, vivendo no mundo da fantasia, e a avó, insegura até para dar suas opiniões contrárias ao conflito; do outro, o pai cego pelo ódio, a filha mais velha encantada com o nacional-socialismo, e o avô orgulhoso do oficial alemão.

Mas isso tudo não seria um problema em si. A questão é que o filme não “acontece”. A principal ação do longa-metragem acontece com quase uma hora e meia de projeção. Durante todo o restante, “O menino...” é calmo, plácido, chato. Os encontros entre Bruno e Shmuel são monótonos. As discussões entre mãe e pai são previsíveis. A aventura do menino é por demais infantil. “O menino...” é uma boa história para um curta-metragem.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL920009-7086,00-OPINIAO+O+MENINO+DO+PIJAMA+LISTRADO+MOSTRA+A+GUERRA+PELOS+OLHOS+DA+CRIANCA.html

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Lição de Casa - A Era Vargas - 9º Ano

Elabore um pequeno comentário (10 linhas) sobre o que discutimos em sala de aula e os videos abaixo. O comentário deverá ser feito no caderno e mostrado no dia 13 de Junho



quinta-feira, 2 de junho de 2011

Rosa de Hiroshima - 9º Ano

Rosa de Hiroshima
Ney Matogrosso

Composição : Vinícius de Moraes / Gerson Conrad

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada



Questões para avaliação. Entrega dia 10 de Junho

1. O que teria causado os traumas (doenças) apontados na letra?
2. Qual será o sentido do verso "A rosa radioativa / Estúpida e inválida"?
3. Interpretar os versos "Sem cor sem perfume / Sem rosa sem nada"?
4. Qual será a relação da letra com os acontecimentos históricos envolvendo o Japão durante a Segunda Guerra Mundial?
5. Que tipo de sonoridade a música nos transmite? Esta sonoridade também se relaciona com os acontecimentos acima referidos?
6 - Construa um texto (mínimo de 20 linhas) sobre suas impressões ao assistir o documentário "Hiroshima".

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Lição de casa - 9B

Fazer para quinta (2). Fazer um pequeno comentário acerca de um filme que consta no blog. O comentário deve ser feito no proprio blog.

Para sexta feira (3) fazer a pagina 131

sábado, 28 de maio de 2011

Lição de Casa - 9º Ano - Filmes sobre a segunda Guerra Mundial

Cliquem no link abaixo, selecionem o filme que mais interessou e façam uma pequena pesquisa sobre o tema tratado no filme. Depois relacione o filme com a pesquisa temática.


Tudo deverá ser feito nos comentários. Caso tenham alguma duvida entrem nos comentários e façam suas perguntas

Abraços Washington

terça-feira, 24 de maio de 2011

Jogos on line - Segunda Guerra Mundial - 9º Ano



Para a diversão de vocês segue o link com a pagina de alguns joguinhos sobre a segunda guerra mundial, nada que se compare as sugestões dadas pelo vídeo abaixo. Mas são divertidos.

Link de alguns sites


Não sei se são "os melhores jogos da segunda guerra para ps2" como diz o vídeo. Caso tenham mais alguma sugestão mandem para o blog.

domingo, 15 de maio de 2011

O Ataque Nazista ao Brasil (9° Ano, semana de 15 a 19 de Maio)

Entre 15 e 19 de agosto de 1942, um submarino nazista afundou 7 navios no litoral do Nordeste, causou 600 mortes e jogou o Brasil na 2ª Guerra Mundial. Agora pesquisas revelam novos detalhes da tragédia.

Clique aqui Pearl Harbor no Brasil

Capitão América e a Segunda Guerra Mundial (9° Ano, 15 a 19 de Maio)







O Capitão América foi o maior de uma onda de super-heróis surgidos sob a bandeira do patriotismo norte-americano durante os anos da Segunda Guerra Mundial. Tinham como propósito defender os interesses norte-americanos em diferentes partes do mundo, em uma tentativa de conquistar "corações e mentes".

Ao lado de seu parceiro Bucky, o Capitão América enfrentou as hordas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, mas o herói caiu na obscuridade após o fim dos conflitos. Anos depois ele voltará para defender os interesses imperialistas norte-americano.

Para mais detalhes clique nos links abaixo:

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Video 2ª Guerra Mundial - 9º Ano

Assista ao video abaixo e deixe suas impressões nos comentários do blog

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Lição de Casa - 9o Ano - O Nazismo

Após assistir ao documentário “Minha Luta” responda as questões abaixo:

1) No registro inicial do filme o narrador diz que Hitler era um de nós e que mesmo sendo assim ele fez o que fez. Qual o significado dessa informação para nós enquanto agentes históricos e humanos?

2) Hitler não estava só, quais setores da sociedade o apoiavam e o financiavam?

3) Uma das facetas que mais aparece no documentário é o poder de oratória de Hitler, mas na história já houve outros bons oradores, porque seu discurso tomou a proporção que tomou?

4) Os Nazistas se movimentaram pela Europa sofrendo pouca ou nenhuma resistência porque isso ocorreu?

5) O narrador diz que os nazistas tiveram a "benção da Igreja". Comente essa afirmação.

6) Um aluno, Icaro, me perguntou em sala de Aula, o que ele queria com tudo isso professor? Essa não é uma resposta fácil, gostaria que vocês me ajudassem a responde-lo

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Imagens do Horror Nazista








Seguem as imagens trabalhadas e discutidas em sala de aula. Como dissemos em sala não podemos esquecer o que houve, foi um dos momentos de maior barbárie da civilização humana


domingo, 1 de maio de 2011

Lição de Casa 9o Ano - Video "Arquitetura da Destruição"



A partir do que foi visto em sala de aula elabore um pequeno comentário comparativo entre as abordagens dos videos "Arquitetura da Destruição" e "Minha Luta"

Para ver o vídeo "Arquitetura da Destruição" clique aqui

O vídeo "Minha Luta" assistiremos e debateremos em sala de aula.

O Nazismo (9 Ano, semana de 02 a 05 de Maio)

Contexto Alemão

· Grave crise financeira em decorrência da primeira guerra.

· A Crise de 29 acentuou ainda mais a crise.

· A saída para a crise era discutida tanto pela esquerda ( Partido Social Democrata Alemão e Partido Comunista) quanto pela extrema direita ( Partido Nacional Socialista - Nazista).

· Da mesma forma que ocorreu na Itália, os grandes capitalistas e a pequena burguesia, temendo o avanço da esquerda, passaram a apoiar os Nazistas, então liderados por Adolf Hitler.

Principais idéias

· Defesa do Estado Totalitário.

· Defesa da superioridade alemã

· Anti-semitismo

· Combate aos movimentos sociais

· Nacionalismo exacerbado.

A ascensão do Nazismo e de Adolf Hitler

· Os nazistas crescem eleitoralmente.

· O presidente Heindenburg atende aos apelos das elites (alta burguesia e latifundiários) e dos setores médios da sociedade e indica Adolf Hitler como chanceler em 1933.

· Heindenburg morre em 1934 e Hitler assume também a presidência.

O Estado Nazista: principais características

· Expansionista.

· Militarista

· Racista

· Ultranacionalista

O período entre guerras (9 ano, semana de 25 a 29 de Abril)


O Totalitarismo.

· São considerados totalitários, estados centralizados e militarizados, estruturados em torno de um líder e seus burocratas, todos ligados a um mesmo partido e exercendo seu controle através das forças armadas, grupos paramilitares, policia secreta, censura, espionagem e propagandas.

As raízes do totalitarismo

· Após a primeira guerra mundial. A Europa estava destruída e com grandes mobilizações contra a ordem capitalista.

· Os partidos e políticos passaram a ser culpabilizados pelo que ocorreu. Propostas radicais a direita (nazismo e fascismo) e a esquerda (comunismo) começam a ter milhares de adeptos.

· O fascismo italiano e o nazismo alemão conquistaram o apoio da alta burguesia, preocupados com o fortalecimento do comunismo.

O Fascismo na Itália

· Fundação em 1921 do Partido Nacional Fascista, chega ao poder depois da Marcha sobre Roma, manifestação popular que pressionou o rei Vitor Emanuel III a escolher o líder do partido fascista , Benito Mussolini, como primeiro-ministro.

· Em 1924 as eleições deram maioria no parlamento aos fascistas. Mussolini então instaura um governo autoritário na Itália.

· Para conter a agitação das massas Mussolini elaborou um conjunto de leis chamada Carta Del Lavoro (Carta do Trabalho) que concedeu alguns benefícios aos trabalhadores.

A crise de 29

· Os Estados Unidos foram os que mais se beneficiaram com a primeira guerra mundial, não tiveram seus territórios destruídos, se tornaram a não credora (emprestava recursos para os países da Europa) e fornecedor de alimentos e matérias primas.

· Entretanto em 1929 houve uma crise de superprodução e os Estados Unidos quebram e a repercussão sobre a crise é mundial.

· Os efeitos da crise são mais visíveis na Europa, que aumentam o prestígio e apoio aos regimes totalitários .

· Os Estados Unidos só conseguem sair dessa situação com a eleição do presidente Franklin Delano Roosevelt e a instituição de um plano chamado New Deal, que estimulava a construção de grandes obras públicas e uma maior intervenção estatal na economia.